Ela é de Vênus, eu sou de Marte. Clichê? Talvez, mas não se pensar nela! Poderia alguém tão diferente fazer parte da minha vida? Impossível, pensava.
Mas depois dela...
Pra sair me leva pro Girassol, camping de forró, metrô, quando me chama para o cinema, é terça-feira última sessão. Como ela faz parte da minha vida?
Reclama de homens uma quantidade... Exemplo: se você cansar de namorar médicos, o que faz? Deixa de procurar médicos, deixa de ir a congressos de medicina. Mas ela não, se cansou de namorar artistas circenses continua indo ao circo.
Ela é assim, diz que sou libriano, mas ela não é? E os teatros? Vai a todos que vou, as vezes até duas vezes.
A inspiração para a vida vem de músicas do Trio qualquer coisa. Como chama a pessoa que toca triângulo? Pergunta difícil para muitos, mas não para ela. Ela é assado.
Lado negro? Têm alguns, talvez os “Garotos da Rua de Trás” saibam deles.
Perdoa numa facilidade... Talvez seja a razão das muitas lágrimas que derrama, dos muitos chocolates que come.
Aprendo a ser menos duro com as pessoas com ela, mas ela devia aprender a ser menos “mole”.
Se sou dia, ela é da noite, ou melhor, ela é a noite.
Talvez sejamos como o dia e a noite, um completando o outro, em um ciclo infinito.
segunda-feira, 16 de março de 2009
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